Me perdoem eu me precipitei
dormi quando não era preciso
esqueci o mundo, suas consequencias
desdenhei a multidão de avisos
Hoje sonho e é um vício
nas mãos as pedras do caminho
Me perdoem esses sais
os precipícios
eu quis me exaurir
no infinito
Do livro de Francisco Orban, Paiol das águas
(Ed 7Letras)
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